O fechamento do espaço aéreo do Oriente Médio causou paralisação nos principais centros de conexão global, após ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Aeroportos de Dubai, Abu Dhabi e Doha suspenderam operações, afetando rotas mundiais e provocando cancelamentos de voos e cruzeiros na região.
Companhias aéreas como Emirates e Etihad, além de passageiros brasileiros e o cruzeiro MSC Euríbia, foram impactados pela medida de segurança, sem previsão de normalização das atividades.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
O espaço aéreo do Oriente Médio foi fechado por tempo indeterminado neste sábado (28), paralisando as operações nos principais centros de conexão do mundo, após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Aeroportos estratégicos em Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e o de Doha, no Catar, suspenderam as atividades, gerando um efeito cascata em rotas aéreas globais e forçando o cancelamento de voos e cruzeiros na região.
Principais Hubs Mundiais Paralisados
A interrupção afeta diretamente gigantes da aviação como a Emirates e a Etihad, cujos hubs são cruciais para voos que ligam a Europa e as Américas à Ásia, África e Leste Europeu.
A situação cria um "buraco" visível em mapas de tráfego aéreo, como o do portal Flight Radar 24, que mostra a ausência de aeronaves sobrevoando o Golfo Pérsico. A medida foi tomada por questões de segurança, mas as autoridades não divulgaram um prazo para a reabertura.
Voos do Brasil retornam e Cruzeiro é cancelado
O impacto da crise já é sentido por passageiros brasileiros. Pelo menos um voo que partiu de São Paulo e outro do Rio de Janeiro com destino ao Oriente Médio tiveram que fazer meia-volta durante a madrugada.
Além da aviação, o transporte marítimo também foi afetado. O cruzeiro MSC Euríbia, que iniciaria uma viagem por Dubai e Doha neste sábado, foi cancelado por falta de segurança para deixar o porto. A MSC foi contatada pela reportagem da BandNews FM para informar o número de brasileiros impactados, mas ainda não há um balanço oficial.