Relatora Isabel Galloti votou pela reforma da decisão do TRE e defendeu a perda do mandato
Por O Globo
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GERADO EM: 10/03/2026 - 22:53
TSE avalia cassação de Cláudio Castro por abuso de poder nas eleições 2022
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa a possível cassação do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Com dois votos pela cassação, o julgamento será retomado após pedido de vista do ministro Nunes Marques. Caso Castro seja cassado, poderá haver eleição direta ou indireta, dependendo de sua permanência no cargo. Estados como Amazonas e Tocantins já passaram por eleições suplementares por motivos similares.
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Com dois votos favoráveis até o momento pela cassação do governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), o Tribunal Superior Eleitoral deverá retomar o julgamento a partir do dia 24 deste mês, após pedido de vistas do ministro Nunes Marques. Uma cassação da mandato de Castro pode levar a uma nova eleição direta ou indireta, a depender do governador estar ou não no cargo no momento da decisão. Entenda abaixo os diferentes cenários possíveis.
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Se estiver no cargo
Se estiver no cargo
Se tiver renunciado
Se tiver renunciado
Caso Cláudio Castro renuncie antes da finalização do julgamento, a eleição seria indireta, assim como já ocorreria em caso de mandato-tampão com as regras já aprovadas pela Assembleia Legislativa (Alerj). Hoje não há linha sucessória eleita, uma vez que o vice, Thiago Pampolha, foi para o TCE, e Rodrigo Bacellar, está afastado da presidência da assembleia.
Quem já votou
Quem já votou
- Isabel Galloti
- Antônio Carlos Ferreira
Ainda faltam votar
Ainda faltam votar
- Floriano Azevedo
- Estela Aranha
- Kassio Nunes Marques
- André Mendonça
- Cármen Lúcia
Quais estados já tiveram eleição suplementar?
Quais estados já tiveram eleição suplementar?
Os casos estados do Amazonas e do Tocantins passaram por eleições suplementares em 2017 e 2018, respectivamente.
No caso do Amazonas, a eleição foi determinada após a cassação dos mandatos do ex-governador José Melo (PROS) e do vice-govenernador Henrique Oliveira (SD) por compra de votos no pleito de 2014. A eleição suplementar foi vencida por Amazonino Mendes (PDT), que ficou no cargo até o final de 2018. Já no Tocantins a eleição suplementar foi convocada após o governador Marcelo Miranda (MDB) e a vice-governadora Cláudia Lelis terem tidos os mandatos cassados por abuso de poder econômico. A nova eleição foi vencida por Mauro Carlesse.