Pelo segundo dia seguido, 7 das maiores economias do mundo se reúnem para discutir risco de novo choque do petróleo | G1
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Pelo segundo dia seguido, 7 das maiores economias do mundo se reúnem para discutir risco de novo choque do petróleo | G1

Sete das maiores economias do mundo voltam a discutir risco de novo choque de petróleo

Pelo segundo dia seguido, sete das maiores economias do mundo se reuniram para discutir o risco de um novo choque do petróleo.

Essa nova rodada de negociações envolveu os ministros de Energia do G7. Eles discutiram se já é o momento de usar as reservas estratégicas de petróleo. Liberar parte desses estoques pode ajudar a estabilizar o mercado global. A última vez que isso aconteceu foi em 2022, depois da invasão da Ucrânia pela Rússia.

O ministro francês Roland Lescure declarou que todos estão dispostos a dar sinal verde - inclusive os Estados Unidos. Mas, antes, pediram que a Agência Internacional de Energia elabore um parecer. Cada país tem uma regra diferente sobre esses estoques. A União Europeia, por exemplo, determina que os membros do bloco mantenham uma reserva equivalente a cerca de três meses de importações líquidas ou 61 dias de consumo interno – o que for maior. O bloco europeu depende do mercado externo. Ele importa mais de 90% do petróleo que consome e cerca de 80% do gás natural.

Pelo segundo dia seguido, 7 das maiores economias do mundo se reúnem para discutir risco de novo choque do petróleo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O presidente do Conselho Europeu declarou que até agora a única vencedora dessa guerra é a Rússia - que é uma grande exportadora de petróleo.

“O país obtém mais recursos para financiar sua guerra contra a Ucrânia e também se beneficia com o desvio de ajuda militar, que agora tem sido enviada para o Oriente Médio”, disse Antonio Costa.

Depois de chegar à maior cotação em três anos na segunda-feira (9), o preço do barril caiu nesta terça-feira (10). Mas as incertezas continuam. Clay Seigle, pesquisador de segurança energética, avalia que estamos diante de uma interrupção sem precedentes.

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