A eliminação do Botafogo na fase preliminar da Copa Libertadores foi analisada pelo auxiliar Pablo de Muner após a derrota por 1 a 0 para o Barcelona de Guayaquil, nesta terça-feira, no Estádio Nilton Santos, no jogo de volta da terceira fase da competição.
Com a expulsão do técnico Martín Anselmi no fim da partida, o auxiliar assumiu a entrevista coletiva e comentou o resultado que encerrou a participação do clube na Libertadores.
Segundo De Muner, a comissão técnica reconhece o impacto da eliminação e assume a responsabilidade pelo resultado.
“Há que assumir a responsabilidade. Um golpe muito duro para todos. Agradeço à torcida pelo apoio. É futebol. Tínhamos mérito para vencer, mas não conseguimos. Algo nos faltou e vamos buscar isso. Temos que assumir o golpe, a responsabilidade e melhorar”, afirmou.
Durante o jogo, o técnico Martín Anselmi teve momentos de tensão na área técnica. No primeiro tempo, discutiu com integrantes da comissão do Barcelona. Já nos minutos finais, foi expulso após reclamar de um lance em que pediu pênalti em Barboza dentro da área adversária.
Com o cartão vermelho, o treinador deixou a beira do campo e não participou da coletiva após a partida.
Domínio do Botafogo não se converte em gol
Em campo, o Botafogo manteve mais posse de bola e finalizou mais vezes que o adversário. Foram 19 finalizações da equipe carioca contra 8 do Barcelona de Guayaquil.
“É difícil gerar chances com muita gente na defesa. Mas geramos, algumas claras, outras nem tanto. Buscamos variações para chegar pelos lados ou pelo centro. Eles tiveram uma oportunidade e conseguiram. Nós tivemos muitas e não fizemos. Essa foi a sensação do jogo”, disse De Muner.
Botafogo segue para a Sul-Americana
Com a queda na Libertadores, o Botafogo passa a disputar a Copa Sul-Americana na sequência da temporada.
Antes disso, o time volta a campo no próximo sábado (14) para enfrentar o Flamengo, novamente no Estádio Nilton Santos.
Questionado sobre o impacto da eliminação e o foco na Sul-Americana, o auxiliar afirmou que o clube deve manter a postura nas competições restantes.
“A vida é a mesma. O golpe é duro. O que nos resta é levantar e seguir. Futebol tem essas coisas. Cabe a nós enfrentar isso e melhorar tudo que fizemos até agora”, concluiu.