Em entrevista ao Estadão, narrador conta que Tiago Leifert poderia substitui-lo na Globo como locutor nº 1 e aconselha nova geração: ‘Não precisa berrar tanto'. Crédito: Reportagem: Marcos Antomil/Estadão Edição: Beatriz de Souza/Estadão
Galvão Bueno estreou no SBT na noite desta segunda-feira, com o Galvão F.C. É a “realização de um sonho”, segundo o narrador, ao ter um programa de auditório. A atração abraça o estilo da emissora, com foco no entretenimento, game show, premiações, plateia e banda.
Pela estreia, o tom é bem diferente do Galvão e Amigos, no ar pela Band de março a dezembro de 2025, e mais ainda do antigo Bem, Amigos!, do SporTV. As brincadeiras, por vezes, tomaram o lugar da discussão, que não saiu do lugar comum. Cada tema não se estendeu por mais de cinco minutos.
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Galvão iniciou sua estreia ainda com uma participação no Programa do Ratinho, que antecede o seu na grade de programação. A transmissão os acompanhou de um estúdio a outro.
Com plateia vestida com cores de times do Brasileirão, a banda Los Buenos e os participantes Mauro Beting, Vampeta e Mauro Naves, os personagens que faltavam chegaram para iniciar o programa.
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“Narrei o tetra, narrei o penta, estou pronto para narrar o hexa. Vamos ver se a seleção está pronta”, disse o locutor, que será narrador de 10 jogos da Copa do Mundo no SBT.
Quando finalmente iniciou a falar sobre futebol, Galvão Bueno abriu a discussão sobre Neymar. Ele repetiu o que já havia dito em entrevista recente ao Estadão: “Só há uma pessoa que pode decidir isso: ele mesmo. Quem pode convocar o Neymar é o Neymar.” Ratinho e Vampeta endossaram a convocação do jogador do Santos.
O assunto parecia mudar quando Galvão chamou o quadro “Fala, Galvão”, em que o programa responde a uma pergunta enviada pelo público. A questão, porém, voltou a ser o santista.
Para o narrador do SBT e do Prime Video, decisão passa pela própria vontade do craque em defender a seleção no Mundial. Crédito: Marcos Antomil/Estadão
Rapidamente, a conversa deixou de ter o futebol como tema central, com Galvão pedindo para que Vampeta contasse uma história do pentacampeonato.
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Os assuntos variaram na sequência. Falou-se das finais em Estaduais, Abel Ferreira, Corinthians e Memphis Depay. Todos com discussões breves.
VT falha, arbitragem é o ‘assunto sério’, e plateia ganha é testada
Outra questão foi sobre quem deve ser o camisa 9 da seleção. Galvão jogou para a plateia, que, entre gritos, citou Yuri Alberto e Vitor Roque. O apresentador, então, chamou um VT sobre o tema, que não rodou e gerou certo constrangimento.
Deu certo, na sequência, o teaser sobre o quadro “Campeões do Mundo com Galvão”, em que ele irá entrevistar jogadores que conquistaram a Copa com a seleção brasileira. Parreira, Kaká e Ricardo Rocha serão alguns dos nomes.
O momento mais sério e que de fato apresentou informações e debate foi na entrada de Nadine Basttos. A comentarista de arbitragem explicou as novas regras que serão aplicadas a partir da Copa do Mundo.
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A sequência teve o já anunciado game show com a plateia. Quatro escolhidos participaram de um quiz, respondendo sobre artilheiros da seleção, participantes de Copa e recordistas em jogos pela seleção argentina. A vencedora levou a Trionda, bola oficial da Copa do Mundo.
O encerramento do programa promete sempre trazer uma narração icônica de Galvão Bueno. A estreia contou com a final da Copa de 1994, na qual o Brasil foi tetracampeão mundial.