Droga é apreendida em garrafa de cachaça e mulher é presa em Cariacica
Uma jovem de 19 anos, sócia de uma distribuidora de bebidas, foi presa em flagrante na noite desta segunda-feira (2), no bairro Campo Belo, em Cariacica, na Grande Vitória. No local, a Polícia Militar apreendeu 250 frascos de loló, entre eles uma garrafa de cachaça que, em vez da bebida, continha a substância.
Também foram encontrados um tablete de maconha e uma pistola. Segundo a PM, o estabelecimento era usado para manipulação e venda de drogas.
De acordo com a corporação, a jovem administrava a distribuidora com o marido, mas ele não foi localizado. O nome dela não foi divulgado.
Outros dois homens estavam no local e fugiram para uma área de mata ao perceberem a chegada dos policiais.
Polícia Militar encontrou garrafa de cachaça cheia de loló em distribuidora de bebibdas utilizada como ponto de tráfico de drogas em Cariacica, Espírito Santo — Foto: TV Gazeta
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Denúncia anônima
Denúncia anônima
A equipe chegou ao endereço após denúncia anônima, confirmada pelo serviço de inteligência da corporação.
Na parte superior da distribuidora, onde há uma casa em construção, os militares informaram que o espaço era utilizado como depósito de entorpecentes.
"Como é uma distribuidora, eles estavam utilizando garrafas de bebida para camuflar a droga. Eles pegavam a garrafa de cachaça e, ao invés de cachaça, dentro tinha loló, tentando ludibriar o serviço policial. Dá para perceber que eles utilizam o local para preparo e venda de entorpecentes", apontou o aspirante Caio.
Polícia Militar encontrou garrafa de cachaça cheia de loló e 250 frascos da droga em distribuidora de bebibdas em Cariacica, Espírito Santo — Foto: TV Gazeta
O militar explicou que é comum distribuidoras serem usadas como fachada para o tráfico de drogas.
"Principalmente nessas distribuidoras 24h, onde o acesso é difícil, funcionam só através da grade, é recorrente denúncias e várias outras formas que a população utiliza para informar as equipe que ali, além de bebidas, vendem também drogas", disse o aspirante.
Segundo a suspeita, a pistola seria legalizada. Conforme a PM, nenhum documento foi apresentado.
A Polícia Civil foi procurada para informar sobre a autuação da jovem e as buscas pelos demais envolvidos, mas não houve retorno até a publicação da reportagem.
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