Robot Phone: empresa chinesa apresenta celular com câmera robótica em braço com rotação de 360 graus; veja
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Robot Phone: empresa chinesa apresenta celular com câmera robótica em braço com rotação de 360 graus; veja

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  • Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você

    GERADO EM: 02/03/2026 - 19:11

    Honor revela Robot Phone com câmera robótica de 360° no MWC 2026

    A Honor apresentou no MWC 2026 o Robot Phone, um smartphone com câmera robótica em braço rotativo de 360 graus. A câmera, com sensor de 200 MP, integra um gimbal 4DoF e funciona como assistente de IA, reagindo a comandos e reenquadrando vídeos autonomamente. A novidade promete chegar ao mercado no segundo semestre, enfrentando desafios de complexidade e preço. A Honor também lançou o Magic V6, um smartphone dobrável com design aprimorado.

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    Na preparação para o Mobile World Congress (MWC 2026), que começou nesta segunda-feira em Barcelona, na Espanha, e vai até quinta-feira, a empresa chinesa Honor apresentou seu Robot Phone, um smartphone com uma câmera robótica integrada.

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  • Pior ainda, essa câmera também funciona como o olho de um assistente de inteligência artificial (IA) integrado ao telefone: ela reage ao que dizemos, ao que o sensor da câmera captura, rastreia autonomamente uma pessoa quando estamos gravando um vídeo (e saímos do enquadramento) ou responde a uma pergunta sobre algo que a câmera está capturando; nisso, ela difere do Gemini Live ou da função similar ChatGPT (que também pode analisar o que a câmera "vê"), pois tem a liberdade de reenquadrar sem que o usuário precise mover o telefone para uma posição desconfortável.

    A inteligência artificial do telefone consegue até mesmo acenar ou balançar a cabeça movendo a câmera de um lado para o outro, o que lhe confere uma linguagem corporal com gestos que outros assistentes não possuem.

    Quando não está em uso, a câmera (com um sensor de 200 megapixels) fica armazenada dentro do telefone com o sensor voltado para fora, para uso como uma câmera convencional.

    A Honor afirma que o dispositivo estará à venda no segundo semestre deste ano, sem esclarecer o preço; o dispositivo enfrenta o mesmo desafio de outros smartphones motorizados que chegaram ao mercado entre 2018 e 2020, e que pouco fizeram além de esconder a câmera: demonstrar que a maior complexidade, fragilidade e preço inerentes a esses designs valem a pena.

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    Finlândia relata mais interações e concentração em escolas após proibir celulares — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Adolescentes se reúnem no corredor e animam o ambiente com suas conversas durante o recreio em uma escola na Finlândia, onde o uso de celulares é proibido desde o início do ano letivo — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Na Kungsvägens skola, que atende alunos de 13 a 15 anos em Sipoo, uma cidade a nordeste de Helsinque, os professores recolhem os celulares pela manhã — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Relatórios alertam para risco de aparelhos prejudicarem aprendizagem — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    A transição para uma escola sem celulares "superou as expectativas", diz a diretora Maria Tallberg — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    A lei que proíbe o uso de celulares durante as aulas entrou em vigor em 1º de agosto em toda a Finlândia, um país conhecido pela qualidade de seu sistema educacional — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Vários municípios e escolas optaram por estender a proibição também ao recreio — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Medida surge em momento em que países expressam preocupação com impacto do uso de smartphones na saúde mental e física dos jovens, bem como na aprendizagem e na educação — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Vários países já adotaram restrições semelhantes, incluindo Coreia do Sul, Itália, Holanda e França — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    As aulas estão agora mais tranquilas e os alunos menos distraídos, confirma Annika Railila, professora de química na Kungsvägens Skola — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    O ambiente se tornou "muito diferente", diz aluna de 15 anos — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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    Ministro da Educação finlandês, Anders Adlercreutz explicou à AFP que lei foi aprovada após queda nos resultados acadêmicos — Foto: Alessandro Rampazzo/AFP

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