Liquidante do Master pede a governo acesso 'mínimo' a sistema de servidores para gerir carteira de consignados
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Liquidante do Master pede a governo acesso 'mínimo' a sistema de servidores para gerir carteira de consignados

Ministério havia solicitado cancelamento de cartões de crédito consignados emitidos a funcionários do Executivo junto à instituição

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    GERADO EM: 02/03/2026 - 17:54

    Liquidante do Banco Master busca acesso ao Siape para gerir crédito de servidores

    O liquidante temporário do Banco Master solicitou ao Ministério da Gestão acesso limitado ao sistema Siape para gerenciar a carteira de crédito consignado de servidores federais. Com R$ 6,232 milhões represados, ele busca viabilizar a continuidade das operações sem novas contratações. A Gestão já havia pedido o cancelamento de cartões de crédito consignado, mas enfrenta dificuldades operacionais e reclamações de servidores.

    CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO

    O liquidante temporário do Banco Master pediu ao Ministério da Gestão acesso mínimo ao Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape) para gerir a carteira existente de contratos de crédito consignado de servidores federais.

    O Siape é a plataforma do governo federal que gerencia a folha salarial dos servidores ativos, inativos e pensionistas.

    De acordo com documento obtido pelo GLOBO, os valores represados atualmente somam R$ 6,232 milhões, R$ 5,580 milhões relativos ao produto Credcesta e R$ 651 mil ao MFácil.

    Como mostrou O GLOBO, a Gestão enviou um ofício ao liquidante do Banco Master solicitando o cancelamento de cartões de crédito consignados emitidos a servidores do Executivo junto à instituição. No documento, o MGI relata que vem recebendo reclamações de servidores com dificuldade para cancelar os cartões.

    À pasta, Sebastião Marcio Monteiro afirmou que não conseguiu acessar o sistema para enviar arquivos de remessa referentes às operações de cartão de crédito e cartão benefícios. No ofício, o profissional destacou que a liquidação implica a interrupção de novas contratações de consignado, mas não inviabiliza a gestão administrativa da carteira existente.

    A carteira, segundo ele, precisa permanecer operacional para:

    • envio de remessas relativas às operações vigentes;
    • liquidação dos contratos ativos;
    • baixa das operações quitadas;
    • regularização administrativa dos vínculos contratuais;
    • atendimento aos servidores vinculados às operações vigentes.

  • envio de remessas relativas às operações vigentes;
  • liquidação dos contratos ativos;
  • baixa das operações quitadas;
  • regularização administrativa dos vínculos contratuais;
  • atendimento aos servidores vinculados às operações vigentes.
  • "O bloqueio integral, na forma atualmente aplicada, inviabiliza a conclusão regular das operações em andamento e impacta diretamente os servidores que possuem contratos ativos junto à consignatária", disse, no documento.

    Diante disso, Monteiro pediu a "liberação operacional" mínima necessária para viabilizar:

    • ⁠o envio das remessas referentes aos contratos vigentes;
    • ⁠a operacionalização das liquidações;
    • ⁠a baixa administrativa dos contratos quitados;
    • ⁠o encerramento regular da carteira ativa.

  • ⁠o envio das remessas referentes aos contratos vigentes;
  • ⁠a operacionalização das liquidações;
  • ⁠a baixa administrativa dos contratos quitados;
  • ⁠o encerramento regular da carteira ativa.