Bar em Washington aproveitou o discurso de Donald Trump do Estado da União e criou uma promoção que durou 45 minutos
atualizado
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Um bar em Washington, capital dos Estados Unidos, ofereceu cerveja grátis aos clientes até que o presidente Donald Trump fizesse o primeiro insulto durante o discurso do Estado da União, na noite dessa terça-feira (24/2).
O pronunciamento de Trump durou 1 hora e 48 minutos, tornando-se o mais longo da história do Estado da União. Do lado de fora do Capitólio, porém, o foco da noite era outro: descobrir quanto tempo o republicano levaria para transformar o discurso em motivo para encerrar a rodada gratuita.
A promoção durou mais do que o esperado e só terminou 45 minutos após o início da fala de Trump.
A iniciativa partiu do bar norte-americano, Penn Social, localizado a menos de dois quilômetros do Capitólio, onde ocorreu a cerimônia. Pelas regras, a rodada gratuita seria encerrada assim que o republicano atacasse qualquer pessoa, grupo ou país.
De acordo com a imprensa internacional, frequentadores e funcionários acreditavam que a promoção acabaria rapidamente. No ano anterior, Trump havia levado apenas nove minutos para iniciar uma série de ataques em discurso semelhante.
A promoção terminou quando Trump chamou o ex-presidente Joe Biden e seus aliados de “corruptos”. Após a declaração, o bartender anunciou o fim da cerveja gratuita.
Donald Trump no discurso do Estado da União, no Capitólio
Trump em discurso no Capitólio
Trump durante discurso do Estado da União, no Capitólio
Trump durante discurso do Estado da União, no Capitólio
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Discurso histórico
Provocações e bate-boca
Em um dos momentos mais tensos, o presidente pediu que se levantassem os parlamentares que defendiam priorizar cidadãos americanos em vez de imigrantes ilegais.
Os democratas permaneceram sentados, e Trump disse que eles deveriam se envergonhar.
A deputada Ilhan Omar reagiu, chamando o mandatário de mentiroso, o que provocou um bate-boca no plenário.
O discurso é tradicionalmente usado para apresentar prioridades e propostas do governo. Neste ano, ocorreu em meio à queda na popularidade de Trump e à expectativa sobre temas como economia, imigração e política externa.
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