A coluna descobriu, com exclusividade, que a decisão que suspendeu o leilão foi contestada na Justiça
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu, nessa quarta-feira (25/2), novos capítulos da disputa judicial envolvendo a famosa mansão de Ana Hickmann em Itu, interior de São Paulo.
Recentemente, o leilão do imóvel, avaliado em R$ 35 milhões, havia sido suspenso por uma decisão liminar da Justiça, informação confirmada pela empresa Biasi Leilões ao Metrópoles após embargos apresentados pela defesa da comunicadora.
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Recurso tenta reverter paralisação
No entanto, a credora Danielle Murayama Fujisaki acaba de apresentar um recurso para tentar reverter essa paralisação e retomar a venda do bem.
Em seu Agravo de Instrumento, a empresária alega que a decisão de suspensão do leilão não foi suficientemente fundamentada. Ela sustenta que a justiça se limitou a afirmar que as alegações da apresentadora eram plausíveis sem provas concretas.
Danielle aponta, ainda, que a mansão de Itu é uma copropriedade de Ana e Alexandre, e que apenas o empresário deu sua parte do imóvel como garantia. A credora do ex-casal argumenta que o leilão não representava risco irreversível e concreto para a comunicadora.
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Ana Hickmann
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Credora aponta risco de desvalorização
Em outro momento do recurso, Fujisaki alega que o Banco Daycoval, que é verdadeiro titular da mansão, já se manifestou na ação e não se opôs ao leilão.
Vale lembrar, aqui, que Ana Hickmann afirmou, em seu pedido de suspensão, que a mansão estava alienada ao banco e não poderia, portanto, ser leiloada para satisfazer o crédito de Danielle.
Ela afirma, por fim, que o imóvel é de alto padrão e que a demora na realização do leilão provoca a desvalorização do patrimônio e a prejudica, considerando ser ela a maior interessada no procedimento.
Cabe ressaltar, ainda, que o leilão decorre de uma ação movida por Danielle contra a empresa Hickmann Serviços Ltda, do ex-casal. O leilão pretende arrecadar o valor para quitar uma suposta dívida que ultrapassa R$900 mil.
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