O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seguirá os ataques ao Irã até que todos os objetivos militares sejam atingidos.
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Seis militares membros do serviço dos EUA morreram após ficarem feridos durante os ataques iniciais ao Irã. A informação foi confirmada nesta segunda-feira, 2, pelo Comando Central das Forças Armadas.
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O conflito desencadeou ataques de retaliação em vários países da região e está repercutindo em todo o mundo.
A violência ligada ao conflito se expandiu para um número crescente de lugares, com um balanço de mortos em ascensão. Os ataques começaram no sábado e alimentam temores de uma guerra mais ampla e de danos à economia mundial.
Os Estados Unidos deram indícios que vão ampliar seu envolvimento militar na guerra contra o Irã. Na Casa Branca, o presidente Donald Trump afirmou que uma grande onda de ataques contra Teerã está por vir. Em uma entrevista separada ao jornal New York Post, o republicano também afirmou que ‘não tem medo’ de enviar soldados ao Irã.
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Sem negociações
Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional em Teerã, disse nesta segunda que o Irã não pretende negociar com os Estados Unidos.
Em publicação na rede social X, Larijani negou que autoridades iranianas estejam dispostas a retomar conversas com o governo de Donald Trump após o início da onda de ataques americanos e israelenses contra o território do Irã. A escalada ocorreu no fim de semana, depois de uma série de negociações entre Teerã e Washington.
Múltiplas explosões foram ouvidas, nesta madrugada, em Teerã, capital do Irã, e também nas cidades de Karaj e Sanandaj, segundo a mídia estatal iraniana. O Exército israelense também afirmou que lançou, nesta segunda-feira, uma onda de ataques contra o Hezbollah “em todo o Líbano”, após disparos de foguetes reivindicados pelo grupo apoiado pelo Irã.
No início da noite, o Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuze ameaçou incendiar qualquer navio que tentar passar. Ebrahim Jabbari, brigadeiro-general da Guarda Revolucionária do Irã, disse ainda que o país atacará oleodutos: ‘não permitiremos que uma única gota de petróleo saia da região’
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No domingo, Trump afirmou à revista The Atlantic que líderes iranianos teriam demonstrado interesse em retomar o diálogo e que ele concordara com a iniciativa. “Eles querem conversar e eu concordei, então vou falar com eles”, disse o presidente.
Larijani, porém, negou a informação e reforçou que o Irã não tem intenção de negociar. Nas redes sociais, o iraniano foi enfático ao afirmar “não negociaremos com os Estados Unidos”. /AFP
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