'Pitchula' dos Mamonas Assassinas assume cabelo grisalho e revela paixão interrompida por tragédia: 'Foi difícil de cair a ficha'
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'Pitchula' dos Mamonas Assassinas assume cabelo grisalho e revela paixão interrompida por tragédia: 'Foi difícil de cair a ficha'

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    GERADO EM: 02/03/2026 - 11:55

    Nereide Nogueira: Amor e Lembranças dos Mamonas Assassinas

    CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO

    • Relato emocionante: Musa de clipe do Mamonas Assassinas relembra flerte de 1 ano com baixista por telefone
    • Homenagem: Memorial dos Mamonas Assassinas terá árvores com cinzas, totens digitais e espaço gratuito para fãs

  • Relato emocionante: Musa de clipe do Mamonas Assassinas relembra flerte de 1 ano com baixista por telefone
  • Homenagem: Memorial dos Mamonas Assassinas terá árvores com cinzas, totens digitais e espaço gratuito para fãs
  • — No começo foi meio complicado, porque é aquela coisa... A raiz dos fios foi crescendo, e o cabelo ficou feio, né? Decidi, então, ir cortando o cabelo... Tinha virado escrava da tinta de cabelo. E o cabelo acaba ficando detonado com a tintura — conta ela. — Estou me achando bonita assim, sabe? O mais importante é a gente se amar do jeito que a gente é.

    Entre lembranças divertidas do clipe de "Pelados em Santos", uma produção que levou nada menos do que 14 horas de gravação, Nereide compartilha, pela primeira vez, um episódio pessoal que ficou guardado por décadas: um flerte por telefone, ao longo de um ano, com o baixista Samuel Reoli, integrante dos Mamonas Assassinas.

    Mais Sobre Mamonas Assassinas

    Segundo Nereide, o entrosamento instantâneo com Samuel nos bastidores da gravação do clipe alimentou uma conexão especial, ainda que nunca tenha se transformado num romance concreto — muito por causa da intensa rotina de shows e deslocamentos da banda. Os dois se telefonavam regularmente, de duas a três vezes por semana, para jogar conversa fora, com direito a apelidos carinhosos entre eles.

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    Mamonas Assassinas. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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    A trajetória dos Mamonas começou longe dos holofotes, quando Sérgio Reoli foi apresentado ao guitarrista Bento Hinoto. — Foto: Marco Antônio Teixeira

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    Samuel, Sérgio e Bento formaram o grupo Ponte Aérea, que depois se tornaria Utopia e, em seguida, Mamonas Assassinas. — Foto: Reprodução

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    O grupo convidou alguém da plateia para assumir o microfone. Foi quando Dinho subiu ao palco e cantou com os músicos pela primeira vez. — Foto: Foto Monique Cabral / Agência O Globo

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    Dinho começou a cantar em corais de igreja ainda na infância. Ele foi o principal vocalista e um dos letristas dos Mamonas. — Foto: Foto Marco Antonio Teixeira / Agência O Globo.

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    Bento Hinoto foi o guitarrista dos Mamonas Assassinas e um dos fundadores do grupo Ponte Aérea, que viria a ser o Utopia e, em seguida, os Mamonas. — Foto: Reprodução/ Instagram

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    Um dos fundadores do grupo Utopia, que originou os Mamonas, Sérgio Reoli foi baterista da banda e irmão mais velho do baixista Samuel Reoli. — Foto: Reprodução/ Instagram

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    Samuel Reoli foi Samuel foi baixista dos Mamonas Assassinas e irmão mais novo do baterista Sérgio Reoli. — Foto: Reprodução/ Instagram

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    Júlio Rasec foi tecladista e o principal compositor dos Mamonas.. — Foto: Reprodução/ Instagram

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    Em 1995, os Mamonas gravaram seu primeiro e único álbum homônimo da banda com a EMI.— Foto: Reprodução

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    Com letras repletas de deboche, incorreções políticas e expressões de duplo sentido, o álbum foi um sucesso e teve cerca de 1,8 milhão de cópias vendidas. — Foto: Divulgação

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    No auge: os Titãs e os Mamonas Assassinas — Foto: Reprodução do encarte do livro "A vida até parece uma festa", de Hérica Marmo e Luiz André Alzer.

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    Os Mamonas com a cantora Elba Ramalho — Foto: MONIQUE CABRAL - GDI / AGÊNCIA O GLOBO

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    Os Mamonas Assassinas morreram em um acidente aéreo na Serra da Cantareira em 1996 — Foto: José Luís da Conceição/Agência O GLOBO

    A tragédia interrompeu o que poderia ter sido não apenas uma carreira (ainda mais) promissora, mas também um possível relacionamento.

    — Perdi um amigo, perdi uma paixão. Com o Samuel, a ligação era muito forte. Às vezes ele me ligava só para dizer: "Oi, mamônica. Oi, minha musa da hora". Ou então apenas falava: "Tô com saudade. Liguei só para ouvir sua voz" — recorda-se Nereide, ao discorrer, pela primeira vez, sobre a comovente história de amor. — Foi difícil de cair a ficha, sabe? Fiquei muito triste mesmo.

    — Apesar do jeito maluco dele, Samuel era muito carinhoso. Não sei se o relacionamento iria para frente. Mas a gente iria ficar junto, sim. Pelo telefone, eu percebia que ele estava apaixonado por mim. E eu também estava me apaixonando, sabe? — diz. — Rolava um romance ali, né? Nunca dei um beijo nele. Nada. Mas a gente tinha esse flerte. Era uma paixão platônica. E, pelo andar de nossas conversas, se realmente tivesse rolado o churrasco, a gente ia ficar junto. Mas infelizmente (ela se interrompe)... É um amor que hoje guardo com muito carinho.

    'Coisa do destino'

    'Coisa do destino'

    — Acredito muito em destino. Era para esse trabalho ter acontecido mesmo, né? Se eu não tivesse encontrado essa minha amiga, se a foto não tivesse caído no chão... Imagina! Foi muita coincidência mesmo. Coisa do destino — comenta Nereide, que trabalhou, na década de 1990, como assistente de palco de Gugu Liberato, no SBT, e apresentou o programa "SuperTécnico", na Band, ao lado do jornalista Milton Neves, além de também ter comandado a atração "Papa-tudo", na TV Globo.

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