Policial é preso na Flórida por falsificar horas extras enquanto namorava chefe; chegou a receber cerca de R$ 72 mil
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Policial é preso na Flórida por falsificar horas extras enquanto namorava chefe; chegou a receber cerca de R$ 72 mil

Oficial da Jacksonville Sheriff’s Office é acusado de registrar mais de 200 horas de trabalho não realizadas e recebeu mais de US$ 14 mil; chefe da divisão de patrulha renunciou ao posto

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    GERADO EM: 02/03/2026 - 16:37

    Policial de Jacksonville é preso por fraude em horas extras na Flórida

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    Um policial de Jacksonville foi preso acusado de falsificar mais de 200 horas de trabalho extra (overtime) e receber ilegalmente mais de US$ 14 mil (cerca de R$ 72,5 mil, na cotação atual) em pagamentos indevidos, informou o xerife T.K. Waters em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

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  • Segundo a investigação, o oficial Christian R. Madsen, de 31 anos, chegou a registrar horas extras que coincidiram com períodos em que ele estava na residência da chefe da divisão de patrulha, Jaime Eason, com quem mantinha um relacionamento romântico, disse Waters.

    O xerife explicou que a denúncia sobre o suposto esquema chegou ao conhecimento da unidade de integridade em 12 de fevereiro, e a apuração concentrou-se no período de 1º de dezembro de 2025 a 7 de fevereiro de 2026.

    — Iniciamos a apuração há cerca de três semanas e descobrimos que ele havia viajado até a casa dela durante essas horas extras, e havia um relacionamento. Foram necessárias três semanas de trabalho intenso dos detetives para construir um caso forte e trazê-lo à justiça, afirmou Waters.

    Madsen enfrenta três acusações de crime grave: furto qualificado, fraude organizada e má conduta oficial, todas de terceiro grau. Ele foi suspenso do cargo, e a promotoria busca sua demissão definitiva da corporação.

    O xerife ressaltou que a política do escritório proíbe que funcionários que se tornam relacionados romanticamente permaneçam em posições que gerem conflitos de interesse, e exige notificação imediata à supervisão para mitigar riscos à agência. Até o momento, Waters disse que não há evidências de que Eason tenha aprovado ou autorizado diretamente as horas extras falsificadas pelo oficial.

    Após uma conversa com Waters, Jaime renunciou ao cargo de chefe da divisão de patrulha e agora passa por um processo administrativo interno, segundo a autoridade. O xerife enfatizou que casos do tipo prejudicam a confiança pública e que a investigação do departamento continuará a buscar transparência e responsabilidade dentro da agência.