O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela, incluindo a captura de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, gerou reações internacionais divididas, com países como Brasil, Colômbia e Cuba condenando a ação, enquanto Argentina, Paraguai e Equador apoiaram a ofensiva ou se manifestaram favoráveis à saída do líder venezuelano.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela e a captura de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, teve repercussões positivas e negativas neste sábado (3), com países aprovando e outros repreendendo as ações de Donald Trump.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que considera a ofensiva como inaceitável e infringe a soberania e democracia venezuelana, abrindo um precedente perigoso para todos os países.
Nas redes sociais, o petista afirmou que os bombardeios na Venezuela e a captura de Maduro representam uma gravíssima afronta contra a soberania do país sul-americano.
O governo da Colômbia, que faz fronteira com a Venezuela e é um aliado, foi o primeiro a se manifestar repudiando a atitude dos norte-americanos.
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, solicitou uma resposta urgente da comunidade internacional, classificando que os Estados Unidos realizaram um “ataque criminoso” contra a Venezuela. “Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a nossa América”, declarou.
Javier Milei, mandatário da Argentina, comemorou e demonstrou apoio aos Estados Unidos: “A liberdade avança. Viva a liberdade, cara**o”, escreveu na rede social X. Milei ainda provoca o Brasil, incluindo na postagem uma foto do presidente Lula e do Maduro se abraçando.
O governo paraguaio declarou em comunicado oficial que Nicolás Maduro é o líder de uma organização criminosa declarada como terroristas pelo Paraguai.
Ainda na América Latina, o presidente equatoriano, Daniel Noboa, declarou apoio à oposição venezuelana e destacou que todos os “narcochavistas criminosos terão sua hora”.
A China se pronunciou através do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, condenando veementemente o uso excessivo de força dos norte-americanos contra um país soberano e também o ataque ao presidente. “Exortamos os Estados Unidos a respeitarem o direito internacional e os propósitos e princípios da Carta da ONU, e a cessarem as violações da soberania e da segurança de outros países”.
Na França, a líder de extrema-direita, Marine Le Pen, defendeu a soberania da Venezuela e, mesmo criticando algumas atitudes de Nicolás Maduro, declarou que existe um motivo fundamental para se opor contra uma mudança de regime, algo “que os Estados Unidos acabaram de promover no país sul-americano. A soberania dos Estados jamais é negociável, independentemente de seu tamanho, poder ou continente”.
A Rússia disse que a hostilidade triunfou sobre os negócios e defendeu a ideia de que a América Latina seja um continente de paz.
O Irã, um aliado do governo venezuelano, definiu os bombardeios como uma violação fragrante da soberania nacional e integridade territorial da Venezuela.
O país pediu que o Conselho de Segurança das Nações Unidas atue de forma imediata para interromper o que nomeou de “agressão ilegal” dos norte-americanos.