Ocorre neste domingo (4) uma reunião de países da América Latina e do Caribe por videoconferência para discutir a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro, realizada na madrugada de sábado.
Líderes da região, como Lula e Gustavo Petro, condenam publicamente a ação americana, enquanto Javier Milei manifesta apoio, e o encontro da CELAC foi convocado após manifestações contrárias à intervenção dos EUA.
Itamaraty confirma participação do ministro Mauro Vieira, Lula e autoridades brasileiras antecipam retorno do recesso, e a CELAC, formada por 33 países, busca consenso diante da crise.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
Países da América Latina e do Caribe se reúnem, às 14h deste domingo (04), para discutir, por meio de uma videoconferência, a ofensiva militar realizada pelos Estados Unidos no território venezuelano.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado pelos Estados Unidos na madrugada do último sábado. A reunião extraordinária ocorrerá no âmbito da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, a CELAC, após manifestações públicas de líderes da região condenando a ação americana.
O Itamaraty confirmou que o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, já está em Brasília para participar do encontro. Sem citar nomes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios em território venezuelano e a captura do chefe de Estado ultrapassam uma linha considerada “inaceitável”.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, também condenou a ofensiva. Já o presidente da Argentina, Javier Milei, compartilhou nas redes sociais uma notícia sobre o ataque e comemorou a ação dos Estados Unidos.
O presidente Lula adiantou o retorno à Brasília do recesso de fim de ano após o ataque americano no país vizinho e deve estar de volta ao Palácio do Planalto na segunda (6). Mauro Vieira estava de férias até segunda, mas também encerrou o período de recesso mais cedo e já retornou à capital federal.