Escalada da crise entre Estados Unidos e Venezuela ocorre após aumento da presença militar norte-americana no Mar do Caribe desde 2025, com justificativa de combate ao narcotráfico e classificação de organizações criminosas como terroristas pela Casa Branca.
Confirmação do presidente Donald Trump sobre ataques militares à Venezuela inclui captura e retirada de Nicolás Maduro e sua esposa, operação realizada com forças de segurança dos Estados Unidos e bloqueio naval a navios sancionados que circulavam no país.
Resposta do governo Maduro envolve declaração de estado de emergência, convocação da população para mobilização, denúncias de agressão militar, relatos de explosões em Caracas e outras regiões, fechamento do espaço aéreo e expectativa da comunidade internacional quanto aos próximos desdobramentos.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.
Trump confirma ataque a Venezuela e afirma que Maduro foi capturado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia autorizado o envio de tropas do exército para países da América Latina alegando ajuda no combate ao tráfico de drogas. Os soldados da Força Aérea e da Marinha dos Estados Unidos começaram a ser deslocados para o mar do Caribe, em uma operação desenhada pelo Pentágono.
O objetivo era enfrentar grupos de narcotraficantes, classificados como organizações terroristas pela Casa Branca. A ação ocorre poucos dias depois do presidente Donald Trump assinar um decreto que permite o uso de força militar contra os cartéis na América Latina.
A operação resultou em ataques a embarcações e um bloqueio naval a petroleiros sancionados que entravam e saíam da Venezuela.
Diante da situação, a comunidade internacional observa com atenção os próximos desdobramentos. O fechamento do espaço aéreo para a aviação civil é um forte indicativo da gravidade da situação.
Enquanto o governo de Maduro convoca a população para se mobilizar, analistas aguardam um posicionamento oficial da Casa Branca sobre as acusações diretas de um ataque à capital venezuelana.
Bombardeios
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na manhã deste sábado (3) que os norte-americanos atacaram a Venezuela. Além disso, o presidente destacou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país por via aérea.
Ainda segundo Trump, a operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos EUA.
Por outro lado, o governo da Venezuela, liderado por Nicolás Maduro, acusou formalmente os Estados Unidos de uma "agressão militar" e declarou estado de emergência em todo o país nesta madrugada, conforme o horário local.
A medida foi anunciada após uma série de fortes explosões serem ouvidas em Caracas, capital do país, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos de testemunhas e de agências de notícias internacionais confirmam o som de explosões e o sobrevoo de aeronaves militares em baixa altitude, o que deixou o espaço aéreo do país vazio de voos civis.