O chanceler da China afirmou que assassinar um líder soberano é uma prática inaceitável e viola as normas de relações internacionais
atualizado
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O chanceler da China, Wang Yi, criticou a ação coordenada pelos Estados Unidos e Israel que acarretou na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, nesse sábado (28/2).
De acordo com nota emitida pelo Ministério das Relações Exteriores, o chanceler se opõe ao uso das forças nas relações internecionais e está preocupado com a escalada de tensão no Oriente Médio.
Em um telefonema ao chanceler russo, Sergei Lavrov, neste domingo (1/3), Wang Yi destacou que o assassinato do do líder supremo iraniano é “inaceitável”.
“Tais atos violam o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”, disse.
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A China mantém o mesmo posicionamento sobre o conflito que outros países, o de pedir por negociações e pelo fim do uso da força de exército das nações.
Entenda
Os Estados Unidos, em ação coordenada com Israel, atacaram o Irã e mataram diversas autoridades, entre elas, o líder supremo.
Segundo o presidente americano, Donald Trump, avaliou que o ataque teve objetivo de preservar a segurança do povo americano, em decorrência do poder armamentista do Irã.
Os países passavam por uma rodada de negociações, sendo que a próxima reunião estava agendada para a próxima segunda-feira (2/3).
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