Objetivo é remover resíduo deixado por visitantes da Capela Sistina desde o século 16
atualizado
Compartilhar notícia
O icônico afresco O Juízo Final, de Michelangelo, passará por uma nova restauração na Capela Sistina. Será a maior intervenção na obra em mais de três décadas, com o objetivo de recuperar as cores vibrantes da pintura, que mede quase 14 metros de altura.
A restauração busca remover um leve resíduo esbranquiçado causado, principalmente, pela umidade e pelo suor de milhões de visitantes ao longo dos anos. De acordo com o Vatican News, os trabalhos devem durar cerca de três meses. Durante esse período, a Capela Sistina permanecerá aberta ao público.
O Juízo Final, de Michelangelo
O Juízo Final, de Michelangelo
O Juízo Final, de Michelangelo
O processo de limpeza utiliza água destilada aplicada por meio de uma delicada camada de papel japonês, técnica que permite remover a substância identificada como lactato de cálcio sem comprometer a pintura original.
Vaticano recusa convite para participar do Conselho da Paz de Trump
Papa envia rosário para padre Júlio após audiência no Vaticano
Vaticano atuou para asilar Maduro na Rússia antes da ofensiva dos EUA, diz jornal
Papa Leão XIV comanda sua primeira missa de Natal no Vaticano
A obra foi encomendada pelo Papa Clemente VII em 1533 e teve início durante o pontificado do Papa Paulo III. Com aproximadamente 180 metros quadrados de superfície pintada e 391 figuras, o afresco foi concluído em 1541.
Segundo o historiador Giorgio Vasari, quando o papa celebrou as Vésperas Solenes em 31 de outubro daquele ano diante da obra-prima, todos os presentes ficaram “cheios de admiração e espanto”.
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o perfil Metrópoles Fun no Instagram.