Fim da escala 6x1: entenda os principais pontos da proposta
Texto foi aprovado no Senado e agora segue para promulgação. Parte das mudanças começam a valer dois meses depois
Resumo gerado por ferramenta de IA
O Senado Federal aprovou em dois turnos nessa quarta-feira (14/10) o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1. O texto já tinha sido aprovado na Câmara dos Deputados em maio e agora segue para promulgação. As mudanças terão um prazo de transição.
Dois meses após a promulgação, as empresas terão que implementar a primeira parte de mudanças. A partir disso, começarão a valer as duas folgas semanais e a jornada máxima cairá de 44 para 42 horas semanais. A redução será concluída um ano depois, quando o limite passará para 40 horas semanais.
A mudança deverá ocorrer sem diminuição do salário.
Entenda as principais mudanças:
O texto também prevê algumas regras específicas. Convenções e acordos coletivos poderão definir escalas diferentes da 5×2. Mas, nesses casos, deverá obedecer ao mínimo de duas folgas por semana dentro do mês e não pode ter nenhuma semana sem ao menos uma folga.
Setores como saúde, transporte e segurança poderão manter escalas diferenciadas, mas mantendo a jornada de 40 horas semanais e dois dias de folga.
Quem já trabalha 40 horas semanais não terá uma diminuição automática proporcional de suas horas.
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Regras Específicas e Exceções:
Aprovação fim da 6×1
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 — modalidade de seis dias trabalhados para um de descanso — foi aprovada na noite desta quarta-feira (14/10) em dois turnos no Senado Federal. O texto já tinha sido aprovado na Câmara e agora segue para promulgação.
Nos dois turnos, 75 senadores votaram pela aprovação do texto. Apenas um, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), votou contra. Três não participaram: Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcio Bittar (PL-AC).
A PEC é uma pauta prioritária para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição.
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