Irã sob ataque: EUA têm maior poder de fogo no Oriente Médio desde a invasão no Iraque; veja infográficos
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Irã sob ataque: EUA têm maior poder de fogo no Oriente Médio desde a invasão no Iraque; veja infográficos

Construção da superioridade militar começou com o envio de uma frota naval que o presidente dos EUA, Donald Trump, definiu como uma 'Armada'

Por O Globo, com agências internacionais — Teerã e Washington

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    GERADO EM: 28/02/2026 - 05:37

    EUA mobilizam maior força no Oriente Médio desde 2003 contra Irã

    Os EUA mobilizaram sua maior força militar no Oriente Médio desde 2003, antes de um ataque direto ao Irã, com uma frota naval poderosa, incluindo navios com mísseis Tomahawk e porta-aviões como o USS Gerald R. Ford. Além disso, destacaram drones e caças modernos em bases da região, criando superioridade aérea significativa. Esta movimentação visa enfrentar o programa de mísseis iraniano e a Guarda Revolucionária do Irã.

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    Antes de lançarem neste sábado (28) o primeiro ataque direto ao Irã após o início das tratativas diplomáticas para um novo acordo nuclear, os Estados Unidos reuniram sua maior força militar no Oriente Médio desde a mobilizada para a invasão do Iraque, em 2003. Com o destacamento de algumas das principais armas de guerra à disposição do Pentágono para a região, os americanos construíram superioridade sobre as forças iranianas, preparando um leque variado de opções para ações navais e aéreas contra a nação persa.

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  • A montagem da "Armada" do presidente Donald Trump contra o Irã começou com o envio de uma poderosa frota naval, composta por navios contratorpedeiros com capacidade de disparar mísseis Tomahawk, navios de combate litorâneo e dois porta-aviões — incluindo o maior do mundo, o Gerald R. Ford. As atualizações mais recentes da posição das embarcações mostra uma grande distribuição, do Golfo Pérsico, a poucas milhas náuticas do litoral iraniano, até o Mar Mediterrâneo, passando pelo Mar Arábico e o Mar Vermelho.

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    Helicópteros MH-60 também estão disponíveis tanto para atividades de bombardeio a alvos fixos quanto para combate a ameaças marítimas. As alas aéreas das duas plataformas também contam com aeronaves especializadas em interferência eletrônica. A estimativa é de que um total de 5,6 mil militares estejam mobilizados nos dois grupamentos de ataque completos.

    A superioridade aérea, principalmente, foi apontada por um levantamento recente do jornal The Wall Street Journal como a maior desde as guerras no Iraque e no Kuwait. Embora fique aquém dos dois eventos anteriores na quantidade total de militares envolvidos, a análise aponta que o poderio aéreo moderno permitiria aos EUA encontrar qualquer alvo no campo de batalha.

    As opções de ataque não se esgotam no Oriente Médio. Quando atacaram o Irã em junho de 2025, os EUA lançaram bombardeiros furtivos B-2 de uma base americana no Missouri — em um voo que durou 18 horas até a chegada no território inimigo. Trump também já mencionou a possibilidade de usar a base militar Diego García, no Oceano Índico, em ações ofensivas.

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