O protesto acontecerá neste sábado (28/2), em frente à Corregedoria da Polícia Militar, no centro de São Paulo
atualizado
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Familiares e amigos da policial militar (PM) Gisele Alves Santana, encontrada morta no apartamento em que morava, no Brás, centro de São Paulo, organizam uma manifestação para este sábado (28/2), em frente à Corregedoria da Polícia Militar, também no centro.
O ato acontecerá na Rua Alfredo Maia, 52, no bairro da Luz, a partir das 9h da manhã. Em comunicado, os organizadores pedem a presença do público : “Vamos transformar luto em Justiça”.
Ao Metrópoles, uma amiga da policial esclareceu que a manifestação será um ato pacífico, “uma forma de transformar a dor em coragem para pedir justiça em nome da Gisele”.
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O marido também foi ouvido e a polícia aguarda a chegada de exames e laudos periciais para determinar se houve um crime violento ou não. Quando procurada pela reportagem, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso havia sido classificado como suicídio e, por isso, não divulgou mais informações.
Quem era Gisele
De acordo com familiares e amigos de Gisele, ela tinha uma filha, havia conseguido recentemente uma promoção no trabalho e era apontada como uma amiga presente.
A mulher trabalhava desde os 17 anos, idade em que obteve um emprego como caixa em um supermercado, na zona leste. A policial foi criada e sempre morou na região do Jardim Romano, antes de se mudar com o marido para o centro da capital paulista.
Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos
Gisele Alves Santana tinha 32 anos
Gisele Alves Santana tinha 32 anos
Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita
Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo
Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta
Gisele Alves Santana foi encontrada morta em um apartamento no Brás
Gisele era policial militar
Em entrevista ao Metrópoles, uma amiga da vítima contou que a policial sempre quis ter o próprio dinheiro e decidiu entrar para a corporação. A colega define Gisele como “centrada e determinada”.
Antes de morrer, a mulher estava feliz em poder ganhar mais e ter melhor qualidade de vida. Segundo pessoas próximas, ela “fazia o possível e o impossível” para cuidar da filha.
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