O azeite é um ingrediente indispensável para muitas pessoas na hora das compras. Versátil e cheio de sabor, ele vai bem em diversas receitas, como saladas, massas, molhos e mais.
No entanto, ao analisar o rótulo e encontrar classificações como “virgem” ou “extravirgem”, algumas pessoas ficam em dúvida sobre o que muda entre eles e qual vale mais a pena levar para casa.
Para esclarecer essa questão de uma vez por todas, um especialista detalha as diferenças entre os dois tipos de azeite. Confira a seguir. Veja a matéria completa.
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O extravirgem
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Considerados os de maior qualidade, devem seguir normas da legislação brasileira e da União Europeia, que determinam acidez máxima de 0,8%.
O virgem
Um degrau abaixo em qualidade está o azeite virgem, que pode ter acidez de até 2%. Segundo Castanho, ele não apresenta, necessariamente, aroma desagradável e pode ser consumido frio.
No entanto, o especialista destaca que esse azeite oferece menor complexidade de aromas e sabores quando comparado ao extravirgem.
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Os lampantes: outro tipo
Por fim, aparecem ainda os azeites chamados de lampantes, que possuem uma acidez acima de 2%. E, por não atenderem aos padrões de qualidade para consumo, eles não deveriam chegar às prateleiras.
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