Dia de Nossa Senhora: Lula participa de missa restrita na capela do Alvorada; evangélico, Flávio vai à Catedral de Brasília
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Dia de Nossa Senhora: Lula participa de missa restrita na capela do Alvorada; evangélico, Flávio vai à Catedral de Brasília

No primeiro turno, postagens sobre a possibilidade de a santa deixar de ser considerada a padroeira do Brasil causou embate entre as duas campanhas

12/10/2026 11h06 Atualizado 12/10/2026 11h06

Após a polêmica envolvendo a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, os dois candidatos à Presidência que disputam o segundo turno participam de missas nesta segunda-feira, dia da santa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu realizar um missa restrita na capela do Palácio da Alvorada, enquanto seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), prevê ir à Catedral de Brasília no fim da manhã.

Lula é católico e convidou um grupo restrito de convidados para acompanhar a celebração, entre eles o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

— Foi um pequeno ato religioso que fizemos aqui pra homenagear o Dia das Crianças e de Nossa Senhora Aparecida, sobretudo num instante em que a Nossa Senhora é ofendida, quando alguns religiosos não querem respeitá-la — disse o presidente após participar da celebração.

O vice-presidente Geraldo Alckmin acompanha a missa na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, no interior de São Paulo, acompanhado da mulher, Lu Alckmin.

Já Flávio Bolsonaro (PL), que é evangélico, participa de uma missa na Catedral de Brasília com seu candidato a vice, Alfredo Gaspar.

A data ocorre dias após a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida. Publicações nas redes sociais haviam associado o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) à suposta intenção de retirar da santa o título de Padroeira do Brasil.

A história foi impulsionada nas redes sociais após um debate sobre um projeto de lei arquivado há quase 20 anos que tinha o objetivo de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. O caso chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a remoção de publicações que apresentassem como fato que Flávio teria proposto, apoiado, apresentado ou articulado concretamente alguma medida para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

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