Quem é Léo Stuart, guitarrista que processa Simone Mendes em R$ 1,3 milhão após desabamento de muro em SP
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Quem é Léo Stuart, guitarrista que processa Simone Mendes em R$ 1,3 milhão após desabamento de muro em SP

Músico integra a banda Tihuana e é vizinho da cantora; música 'Tropa de Elite' projetou banda nacionalmente

Por O Globo — Rio de Janeiro

03/09/2026 04h01 Atualizado 03/09/2026 04h01

O guitarrista Léo Stuart, integrante da banda Tihuana, processa a cantora sertaneja Simone Mendes em R$ 1,3 milhão por causa de um muro que desabou em sua casa, em Barueri, na Grande São Paulo. Os dois são vizinhos em um condomínio de luxo na região.

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  • O episódio ocorreu em 6 de novembro de 2024, durante um período de fortes chuvas, e provocou a entrada de água, lama e entulhos na propriedade do músico. A ação ainda está em andamento.

    Quem é Léo Stuart?

    Léo Stuart é um dos integrantes fundadores do Tihuana, banda conhecida nacionalmente pela música "Tropa de Elite", que integrou a trilha sonora do filme de mesmo nome. Além de guitarrista, ele atua como pianista e vocalista de apoio do grupo.

    Stuart integrou o Tihuana de 1999 a 2017, período em que a banda fez uma pausa. Em 2024, retornou ao grupo para a turnê comemorativa de 25 anos. O músico também ficou conhecido por participar do Rockgol, programa da MTV que reunia artistas para partidas de futebol.

    O que aconteceu?

    O processo foi ajuizado pela Black Diamond Holding, empresa representada por Stuart. O músico pede reparação pelos danos materiais, reconstrução das estruturas afetadas e R$ 1 milhão por danos morais, segundo a coluna de Daniel Nascimento no jornal O Dia, por causa de um muro, relacionado à obra realizada no imóvel de Simone, que cedeu, fazendo com que o material atingisse áreas externas e o térreo da residência vizinha.

    Ao g1, a assessoria de Simone Mendes afirmou que o episódio teria sido um incidente causado durante fortes chuvas. Água, lama e entulhos avançaram para o terreno de Léo Stuart, causando danos à propriedade. A discussão na Justiça passou a ser, principalmente, sobre a causa do desabamento e quem deve responder pelos prejuízos.

    Quais são as versões?

    Ao atribuir importância às condições climáticas no dia do episódio, a defesa de Simone contesta a responsabilidade da cantora. Segundo a equipe, a obra era executada por uma empresa contratada, responsável pela condução e segurança dos trabalhos.

    Um laudo pericial técnico anexado ao processo, contudo, atribui a causa do colapso à falta de engenharia preventiva na obra da cantora.

    A defesa também afirma que Simone custeou a retirada de lama e entulhos do imóvel atingido. Segundo os representantes da cantora, determinados reparos exigem projetos e análises técnicas antes que a reconstrução possa ser realizada.

    O que a Justiça já determinou?

    Após a decisão do TJ-SP, a defesa de Simone apresentou um novo recurso, alegando que não havia informações técnicas suficientes para definir como a reforma deveria ser feita. Os advogados também voltaram a afirmar que os danos foram causados por um evento inesperado ocorrido em 2024.

    Em 13 de julho de 2026, o Tribunal rejeitou o recurso. Para o relator, a decisão anterior não tinha nenhum ponto que precisasse ser esclarecido ou corrigido. Agora, a defesa de Simone apresentou um Recurso Especial para tentar levar a discussão aos tribunais superiores.

    O processo foi encaminhado ao setor que responsável pela tramitação de recursos e aguarda a manifestação da outra parte.

    Com informações de g1

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