Ataque a tiros na comunidade das Malvinas, em Irajá, deixa mulher morta por bala perdida e dois idosos feridos
Tatiany Brandão Cruz estava no portão de casa quando foi atingida
Por O Globo — Rio de Janeiro
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GERADO EM: 03/02/2026 - 08:36
Tiroteio em Irajá: Mulher morre e idosos são feridos em disputa entre facções
Um ataque a tiros na comunidade das Malvinas, em Irajá, Zona Norte do Rio, resultou na morte de Tatiany Brandão Cruz, de 41 anos, atingida por uma bala perdida enquanto estava no portão de casa. Dois idosos também foram feridos. O tiroteio, suspeito de ser parte de uma disputa entre facções, levou a protestos por segurança. A Polícia Militar intensificou o policiamento na área, e o caso está sob investigação.
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Uma mulher morreu e dois idosos ficaram feridos após serem atingidos por balas perdidas durante um ataque na comunidade das Malvinas, em Irajá, na Zona Norte do Rio, no último domingo. Tatiany Brandão Cruz, de 41 anos, chegou a ser levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Irajá e transferida para o Hospital municipal Salgado Filho, mas não resistiu.
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Sebastião Gomes Valadão, de 72 anos, e João dos Santos, de 71, foram levados para Hospital estadual Carlos Chagas. De acordo com a Fundação Saúde, João já recebeu alta médica. Já Sebastião permanece internado em estado estável.
A suspeita é de que o tiroteio no qual os três foram baleados tenha sido durante uma disputa por territórios entre facções criminosas que agem no Rio. A Polícia Militar informou que equipes do 41º BPM (Irajá) intensificaram o policiamento na região das Malvinas.
Segundo a Polícia Civil, o caso foi registrado na 23ª DP (Méier) e será encaminhado à 27ª DP (Vicente de Carvalho). "Diligências estão em andamento para apurar os fatos", afirmou a corporação.
Atingida na porta de casa
Atingida na porta de casa
De acordo com relatos de testemunhas, Tatiany era manicure e estava fazendo as unhas de uma cliente na porta de casa quando foi atingida por um tiro na cabeça. A morte dela causou revolta. Uma manifestação foi realizada nesta segunda-feira para pedir mais segurança para a comunidade das Malvinas. Um grupo ocupou a Avenida Monsenhor Félix. Moradores da região afirmam que os confrontos se tornaram frequentes nos últimos três meses.