Michelle sai em defesa de Carol de Toni, que disputa espaço para concorrer ao Senado em meio a impasse do PL em SC
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Michelle sai em defesa de Carol de Toni, que disputa espaço para concorrer ao Senado em meio a impasse do PL em SC

Ex-primeira dama defendeu deputada, que avalia deixar o partido caso não seja acomodada na chapa de reeleição do governador Jorginho Mello

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    GERADO EM: 04/02/2026 - 16:21

    Michelle Bolsonaro apoia Caroline de Toni em disputa pelo Senado em SC

    Michelle Bolsonaro defendeu publicamente a deputada Caroline de Toni, que enfrenta desafios para se candidatar ao Senado na chapa de reeleição de Jorginho Mello em SC. De Toni, que recebeu propostas de vários partidos, incluindo Novo e MDB, avalia deixar o PL se não conseguir espaço. O cenário político é complexo, com negociações envolvendo outras candidaturas e alianças estratégicas no estado.

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    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) voltou a manifestar apoio à deputada federal Caroline de Toni (PL-SC), que não tem encontrado espaço para concorrer ao Senado dentro da chapa de reeleição do governador Jorginho Mello (PL). Em um post feito nos stories do Instagram, Michelle publicou um registro da parlamentar ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e uma segunda imagem na qual as duas apareciam de mãos dadas. Também pelas redes sociais, a deputada estadual Ana Campagnolo (PL-SC) disse que Carol estava sendo "pressionada" nos bastidores.

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  • "Estaremos com você, Carol de Toni", escreveu no post. Em resposta, a deputada disse estar "sem palavras para agradecer o apoio incondicional" de Michelle, descrita como "líder nacional" e "mulher inspiradora". A troca de elogios também foi feita após a deputada afirmar a jornalistas ontem, durante um evento da Frente Parlamentar do Livre Mercado (FPLM), grupo que preside, que recebeu ofertas de filiação de "uns seis partidos", sendo eles Avante, Podemos, MDB, PRD, Novo e PSD.

    As tratativas mais avançadas aconteceram com o Novo, que tinha a expectativa de que a deputada se filiasse neste ano para disputar o Senado. A articulação, no entanto, esfriou depois que um representante da sigla, o prefeito de Joinville, Adriano Silva, foi escolhido para concorrer como vice-governador de Jorginho. Desde o anúncio, interlocutores passaram a classificar como improvável a hipótese do partido ocupar dois lugares na chapa majoritária, dificultando os planos da deputada dentro do partido.

    Como mostrou o GLOBO, a escolha de um vice do Novo também frustrou o MDB, que tinha a expectativa de ficar com a vaga. Após ser preterido, o partido anunciou a saída da gestão de Jorginho na semana passada.

    A direção da sigla agora também estuda a possibilidade de apoiar a candidatura estadual do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), adversário do governador que se define como representante da "direita real". O grupo também tem a expectativa de atrair a federação União Progressista, que tem o senador Espiridião Amin (PP) como candidato à reeleição.

    O parlamentar, no entanto, tem sido cotado para compor a chapa de Jorginho, em função de um acordo atribuído à direção do PP e ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. A segunda vaga para o Senado será destinada ao ex-vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL). A costura, no entanto, deixa de lado Carol de Toni, que poderá precisar concorrer à Câmara novamente, caso permaneça no partido de Bolsonaro.

    Segundo informações do portal de notícias Metrópoles, a deputada, inclusive, teria recebido ontem uma ligação de Valdemar pedindo para que ela abrisse mão da ideia de disputar o Senado. Os dois voltaram a conversar sobre o caminho a ser seguido nesta quarta-feira, quando ela teria sinalizado ao dirigente que deve deixar o partido.

    Apesar do imbróglio, ao participar do evento da FPLM ontem à noite, Jorginho também disse que ela será "candidata a senadora por Santa Catarina" com o apoio dele. Além dele, a deputada estadual Ana Campagnolo saiu em defesa da aliada. Em uma publicação nos stories do Instagram, disse que havia sido criticada por dizer que "a composição para o Senado estava ajeitada até a chegada de um candidato carioca", referindo-se a Carlos Bolsonaro. "Enquanto muitos celebravam em público a suposta 'chapa pura', nos bastidores, Carol de Toni estava sendo pressionada a declinar a vaga de senadora", escreveu no post.

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