Temperaturas extremas exigem mudanças na rotina para proteger cães e gatos do calor excessivo; veja o que fazer
atualizado
Compartilhar notícia
As ondas de calor intenso registradas em diversas regiões do Brasil acenderam um alerta importante para quem convive com animais de estimação. Com temperaturas próximas ou acima dos 40 °C, cães e gatos ficam mais vulneráveis a problemas graves de saúde, como hipertermia, desidratação e até falência orgânica.
Veterinários reforçam que, nesse cenário, é essencial mudar a rotina e redobrar os cuidados. O calor extremo representa um risco real e imediato para os pets, especialmente porque eles não regulam a temperatura corporal da mesma forma que os humanos.
Calor no verão: além dos cães e gatos, pets menos comuns também sofrem
Sorvete para pets: aprenda receitas naturais para refrescar no calor
Sete dicas para deixar o ambiente fresquinho para os pets no calor
Por que o calor é tão perigoso para os pets?
Diferentemente das pessoas, cães e gatos não transpiram pelo corpo. A principal forma de dissipar calor é pela respiração e, em menor grau, pelas almofadas das patas.
Os vira-latas são os mais populares entre cães e gatos
Muitas pessoas também escolhem ter cães e gatos juntos
A convivência pode ser positiva para os pets
A adoção de vira-latas é importante no combate ao abandono animal
Centros de doação no DF recebem cães e gatos para transfusões seguras em situações de emergência
Continue a leitura no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles.
Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Acesse a coluna do Metrópoles.