Para aliados, senador Carlos Viana (Podemos-MG) avisou que colocará para andar na CPMI do INSS a investigação contra duas igrejas citadas
atualizado
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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), avisou aos membros da comissão que dará andamento à investigação contra duas das igrejas evangélicas citadas em documentos do colegiado.
Segundo Viana, os indícios contra essas duas instituições religiosas seriam mais “robustos” e, por isso, mereceriam um olhar mais apurado da CPI mista que investiga as fraudes no INSS.
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG) e o deputado federal Marcel Van Hattem (NOVO-RS)
CPMI do INSS
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, e o presidente do colegiado, senador Carlos Viana
A primeira delas é a Igreja Evangélica Pentecostal Ministério Visão de Deus, localizada no Distrito Federal. O próprio Viana protocolou, na segunda-feira (2/2), um pedido de quebra do sigilo bancário da entidade.
O senador cita, inclusive, reportagem do Metrópoles que aponta que a igreja pertence a um dos sócios da Associação dos Aposentados do Brasil (AAB), entidade investigada no escândalo da farra do INSS.
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A outra igreja que Viana aceita investigar é a Igreja Assembleia de Deus Ministério do Renovo, do Maranhão. Um requerimento para a quebra do sigilo, apresentado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG), já foi aprovado.
A Renovo foi uma das igrejas citadas pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) como alvo da comissão de inquérito. O motivo foi uma movimentação de R$ 500 mil da ADS Soluções e Marketing Ltda. para a instituição.
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