Biscoitos e sucos de caixinha podem ser práticos, mas o preço para a saúde é alto; veja como equilibrar o lanche das crianças
atualizado
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Biscoitos recheados, bolinhos prontos e sucos de caixinha ainda dominam muitas lancheiras escolares. No entanto, o que parece ser apenas uma facilidade na rotina pode impactar diretamente a saúde, o comportamento e até o aprendizado das crianças. A boa notícia é que montar uma lancheira inteligente, nutritiva e acessível é mais simples e barato do que parece: exige apenas um pouco de estratégia e informação. A lancheira escolar não é apenas um “lanchinho” para enganar a fome; ela representa cerca de 20% a 30% da ingestão diária de nutrientes da criança.
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“Quando bem planejada, ajuda a regular a glicemia, o apetite e a saciedade, além de influenciar atenção, memória e desempenho escolar”, explica Natália Bernardes, endocrinologista pediátrica do Hospital Sírio-Libanês.
O impacto invisível dos ultraprocessados
Muitas vezes, a irritabilidade ou a dificuldade de concentração de uma criança na escola pode estar escondida no fundo da mochila. Segundo a especialista, refeições desequilibradas favorecem picos glicêmicos, aumento da gordura corporal e inflamação. Isso gera um maior risco futuro de obesidade, resistência à insulina e diabetes tipo 2. Além de ocasionar questões físicas, o consumo desses produtos impacta o comportamento.
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