Justiça já deu uma resposta após Bruno Ferullo Rita, advogado de Alexandre Correa, pedir o bloqueio de valores do chef Edu Guedes; descubra
atualizado
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O chef Edu Guedes teve uma vitória na briga que trava com o advogado de Alexandre Correa. A coluna mostrou nesta segunda (2/2) que o profissional pediu o bloqueio de valores do noivo de Ana Hickmann para pagar valores devidos referentes a uma ação judicial vencida pelo empresário.
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Negado
Porém, a reportagem descobriu que a alegria do advogado não durou muito: logo após a solicitação protocolada por Bruno Ferullo Rita, contratado para defender Correa, o juiz responsável pelo caso deu seu veredito e indeferiu o pedido de penhora de bens ou valores do atual noivo da apresentadora.
Em português simples, ele negou o bloqueio. O magistrado também arquivou a ação e afirmou que o advogado interessado deve cobrar os valores no juízo competente.
O arquivamento, vale ressaltar, não extingue o dever de Edu Guedes de pagar os honorários, mas indica que a execução deve ser redirecionada para atender às exigências da lei. O jeito, caro leitor, é aguardar os próximos capítulos dessa novela.
Edu Guedes e Alexandre Correa
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Edu Guedes e Alexandre Correa.
Alexandre Correa e Edu Guedes
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Edu Guedes e Alexandre Correa
Entenda
A coluna mostrou que Edu Guedes foi condenado a pagar os honorários sucumbenciais ao advogado do ex-marido de Ana Hickmann. O profissional tinha pedido à Justiça, nesta segunda-feira (2/2), o bloqueio de ativos financeiros do chef de cozinha a fim de garantir o pagamento de cerca de R$3,4 mil.
Para explicar: honorários sucumbenciais são aqueles que a parte vencida, “a perdedora”, deve ao advogado que representou a parte vencedora. Nesse caso, são devidos pelo chef ao patrono de Alexandre Correa.
A Justiça determinou o pagamento por parte do chef após o famoso sair derrotado numa ação movida contra o empresário. Ele abriu uma queixa-crime após Correa afirmar que ele e Ana teriam mantido um caso extraconjugal. Edu disse que o empresário incorreu no crime de difamação ao chamá-lo de “talarico, safado, sem vergonha e aliciado”. O juiz, porém, entendeu pela absolvição do ex-marido da comunicadora.
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