A coloproctologista Aline Amaro sugere ficar atento a “sinais de alerta” dados pelo intestino com relação ao distúrbio crônico
atualizado
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De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), a síndrome do intestino irritável (SII) é um transtorno funcional do aparelho digestivo. “Como distúrbio crônico, a condição é debilitante, com dor ou desconforto abdominal associados com evacuação ou alterações no hábito intestinal”, escreveu a entidade em um artigo. O quadro afeta entre 5% a 10% da população adulta no mundo.
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A coloproctologista Aline Amaro, de Brasília, ajuda a identificar se um indivíduo tem ou não com a síndrome do intestino irritável e o que deve ser feito. A especialista em diagnóstico e tratamento de doenças intestinais e do cólon ressalta que “o mais importante é observar um conjunto de sintomas, e não apenas um episódio isolado.”
A síndrome do intestino irritável (SII) é um transtorno do aparelho digestivo
Caso suspeite ter a condição da síndrome do intestino irritável, deve-se observar um conjunto de episódios
Os sinais de que o intestino não está funcionando bem costumam aparecer no dia a dia
Os sintomas podem melhorar ou piorar após evacuar, conforme destaca a médica
Conforme a médica, a condição se caracteriza por dor abdominal recorrente, que costuma estar associada a mudanças no funcionamento do intestino — como diarreia, prisão de ventre ou alternância entre os dois — e, frequentemente, melhora ou piora após evacuar.
A especialista argumenta ser fundamental avaliar se existem os chamados sinais de alerta, como perda de peso sem explicação, sangue nas fezes, anemia, febre, histórico familiar de câncer colorretal e doenças inflamatórias intestinais. “A presença desses sinais indica a necessidade de investigar outras causas”, sustenta a coloproctologista.
Segundo a especialista, a orientação prática é clara. “Quem apresenta dor abdominal frequente associada a alterações do hábito intestinal deve procurar avaliação médica, especialmente se os sintomas são persistentes ou impactam a qualidade de vida”, salienta. Aline instrui seguir essa recomendação para que o diagnóstico correto seja feito com segurança e outras doenças mais graves sejam descartadas.
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