Sexo não deve doer! Saiba quando procurar ajuda
otros

Sexo não deve doer! Saiba quando procurar ajuda

Sexo com dor não é normal. Entenda as causas, os sinais de alerta e quando procurar ajuda especializada

atualizado

Compartilhar notícia

A dor durante a relação sexual ainda é vivida em silêncio por muitas mulheres — e não deve ser normalizada. Ela aparece, incomoda, se repete e, muitas vezes, é ignorada. Com o tempo, vira parte da rotina íntima, mesmo sem nunca ter sido normal. Dados clínicos ajudam a dimensionar o problema. Entre 40% e 45% das disfunções sexuais atingem mulheres. Uma parcela significativa envolve dor associada à penetração.

  • Pouca vergonha
    Turistas fazem sexo no Arpoador: entenda o fetiche e por que é crime
  • Na Mira
    Arpoador: homem faz sexo oral em mulher no meio de praia lotada
  • Celebridades
    Influenciadora e jogador do Flamengo anunciam gravidez; saiba o sexo
  • Pouca vergonha
    Não gozou em 2026? 15 posições desafiadoras para um sexo orgástico
  • Mesmo assim, a procura por ajuda especializada ainda é baixa. Vergonha, medo de julgamento e desinformação atrasam diagnósticos. Muitas mulheres não sabem que existem tratamentos eficazes. Segundo a fisioterapeuta Mariana Milazzotto, “a dor feminina sempre foi minimizada ou normalizada”, afirma. “Mas dor durante o sexo não é normal e tem tratamento”.

    O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)

    Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar

    O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono

    É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade

    No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança

    Continue a leitura no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

    Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Acesse a coluna do Metrópoles.