EUA: 700 agentes do ICE deixarão Minnesota "imediatamente"
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EUA: 700 agentes do ICE deixarão Minnesota "imediatamente"

Operações do Serviço de Imigração dos EUA (ICE) no estado de Minnesota causaram duas mortes em janeiro

atualizado

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O “czar da fronteira” do governo de Donald Trump, Tom Homan, afirmou, nesta quarta-feira (4/2), que 700 agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) deixarão o estado de Minnesota “imediatamente”.

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  • Homan reconheceu que a operação do ICE no estado não foi perfeita e enfatizou que está focando em uma “operação estratégica direcionada” contra imigrantes ilegais.

    A intenção de reduzir o número de agentes federais no estado já havia sido externada por Homan na semana passada, e, nesta quarta, ele reafirmou o compromisso.

  • Em dezembro do ano passado, o governo dos EUA lançou uma operação chamada “Metro Surge”, aumentando o número de agentes federais e a repressão em ações no estado de Minnesota, principalmente nas cidades de Mineápolis e Saint Paul.
  • Em janeiro deste ano, as operações do ICE terminaram com duas pessoas mortas por agentes federais em Mineápolis.
  • Em 7 de janeiro, um agente atirou e matou uma mulher, Renee Good, de 37 anos.
  • Pouco mais de duas semanas depois, em 24 de janeiro, outro cidadão foi morto por agentes do ICE – Alex Pretti, também de 37 anos.
  • As mortes causaram revolta na população contra o órgão e geraram protestos pelo estado de Minnesota.
  • Após a repercussão das mortes em ações do ICE, Donald Trump enviou ao estado de Minnesota Tom Homan, aliado de confiança do presidente norte-americano que atua como “czar da fronteira”.

    Ele foi diretor interino do ICE no primeiro mandato de Trump e um dos principais entusiastas da “tolerância zero” no combate à imigração ilegal.

    Tom afirmou nesta quarta, em coletiva de imprensa, que a cooperação com as autoridades locais alcançou um “tremendo progresso” e atribuiu isso à redução do número de agentes federais.

    O governador de Minnesota, o democrata Tim Walz, vinha trocando acusações com o republicano Trump e o criticando pelas operações policiais no estado. Os dois, porém, conversaram por telefone na semana passada e sinalizaram uma cooperação.

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