Emissários da Cegonha 2026: Enredo sobre superstições do Amapá | G1
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Emissários da Cegonha 2026: Enredo sobre superstições do Amapá | G1

Emissários de Cegonha terá desfile inspirado em crenças e superstições do Amapá. — Foto: Isadora Pereira/g1

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Emissários da Cegonha levará à avenida Ivaldo Veras, no Carnaval de 2026 em Macapá, o enredo 'Uma fascinante viagem pelas crendices e superstições de um povo: sorte ou azar?', inspirado nas crenças que alimentam o imaginário popular da cultura amapaense.

A escola será a segunda a pisar na avenida na sexta-feira (13), a partir das 22h, e terá como pano de fundo o cotidiano, medos e esperanças que sustentam os mitos do imaginário popular.

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O g1 apresenta diariamente os temas e letras dos sambas-enredo das escolas de samba para o Carnaval 2026 no Amapá, conforme a ordem de apresentação nos dias 13 e 14 de fevereiro.

Histórico

Histórico

A escola foi fundada a partir do antigo bloco Coqueiro Verde, criado em 1973 no bairro do Trem, em Macapá. No ano seguinte, a agremiação passou a se chamar Emissários da Cegonha e, em 1987, foi oficialmente transformada em escola de samba, consolidando sua presença no carnaval amapaense.

Ao longo da história, a agremiação acumulou títulos em diferentes períodos do carnaval de Macapá, inclusive antes da construção do sambódromo, e voltou a vencer em 2020, em um desfile realizado em estrutura provisória na cidade.

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  • Letra do samba enredo da Emissários da Cegonha

    Letra do samba enredo da Emissários da Cegonha

    "Uma fascinante viagem pelas crendices e superstições de um povo: sorte ou azar?"
    Compositores: Marquinhos Inova e Wilson Cardoso
    Intérprete: Helinho Moreno

    Vovó dizia que a cultura popular
    É uma seara, palco da imaginação.
    Superstições ou crendices
    Trazem sorte ou azar?
    Você é quem dirá
    Quando vier pros braços da grande nação.

    E ainda falava que pra uns é só enredo
    Pra outros mete medo
    Amuletos e rituais.
    Acredite no que for de acreditar
    Aprenda o que for de aprender
    Não te agonia com presságios, confia!
    A ave que nos guia, irá nos proteger.

    Se quebranto te esmorece, tem arruda pra curar
    Vassoura atrás da porta, Matinta a assobiar
    Traz o pé de coelho pro espelho não quebrar
    Vixe, arrepiou, gato preto sai pra lá!

    A voz que ecoa com sabedoria
    Falava que a figa é simbologia
    Simpatias que atraem
    Pode ser sorte no amor
    Ela dizia: desvira! O chinelo virou.
    Eu sou emissário sim
    Dou três pulinhos pra São Longuinho
    Se o trevo da sorte eu encontrar.

    O show da audaciosa é de arrepiar
    Se tem “Curanderê” vamos “Saravá”
    Bate no tamborim tam tam tam três vezes
    Desconjuro olho gordo é sexta-feira treze.

    *Estagiário sob supervisão da editora Josi Paixão

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