Condenada por estelionato, ‘Barbie do crime’ é solta | G1
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Condenada por estelionato, ‘Barbie do crime’ é solta | G1

Barbie Do Crime é solta após prisão por golpes na internet

Em nota enviada ao g1, a defesa de Bruna informou que o caso foi um “desentendimento civil” e que a investigada buscou meios para reparar os prejuízos alegados.

Bruna foi presa pela segunda vez na sexta-feira (30), no Parque Atheneu, em Goiânia. Ainda segundo a defesa, ficou provado que ela não tentou fugir da ação nem das responsabilidades do processo.

Na decisão da Justiça sobre a soltura, o Ministério Público concordou com o pedido, apontando que não há motivos para a manutenção da prisão, mas destacou que ela pode ser solicitada novamente ao longo do processo.

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  • A defesa também apresentou um comprovante de que a suspeita teria efetuado o pagamento em juízo referente a um dos processos por estelionato que é investigada de 2021.

    Mesmo em liberdade, Bruna continuará respondendo ao processo.

    Golpes e ironia

    Golpes e ironia

    Bruna Cristine Menezes de Castro foi acusada de aplicar golpes nas redes sociais, Goiás — Foto: Reprodução/Instagram

    As denúncias contra ela foram registradas em 2015, quando 20 moradores de Goiânia procuraram a polícia. Segundo a investigação da época, Bruna causou um prejuízo total de cerca de R$ 50 mil para essas 20 vítimas, segundo a Polícia Civil.

    A jovem apelidada de "Barbie" mantinha perfis nas redes sociais de venda de produtos importados, como celulares, maquiagens e perfumes, e aplicava golpes em clientes de Goiás e outros estados, de acordo com as investigações.

    Ainda durante a investigação e repercussão do caso, a 'Barbie do Crime' mostrava não acreditar que seria presa em conversas com alguns clientes. Em uma conta no Instagram criada para denunciá-la, a jovem ironizou as investigações e riu quando uma das vítimas fala da possibilidade de ela ser presa.

    Bruna chegou a ser condenada a prestar serviços comunitários e ao pagamento de uma multa de 10 salários mínimos por vender produtos importados e não os entregar. Durante o julgamento dela em 2015, Bruna confessou o crime e declarou que estava arrependida.

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