Opinião | O sucesso de ‘O Agente Secreto’ renovou o interesse sobre a Lei Rouanet; entenda como ela funciona
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Opinião | O sucesso de ‘O Agente Secreto’ renovou o interesse sobre a Lei Rouanet; entenda como ela funciona

É dinheiro público? Quem se beneficia? Questões como essas o colunista Pedro Fernando Nery responde no ‘Chama o Nery’ desta semana. Crédito: João ABel (edição de vídeo)

O sucesso do filme O Agente Secreto, que nesta quinta-feira, 22, recebeu quatro indicações ao Oscar, renovou o interesse por um debate antigo, o da Lei Rouanet. O ator Wagner Moura diz que é difícil explicar essa legislação “para quem ainda não assimilou a Lei Áurea”. Afinal, como funciona essa política de incentivo à cultura que desperta tantas reações? O colunista do Estadão Pedro Fernando Nery responde no Chama o Nery desta semana.

É dinheiro público? Quem se beneficia? Outros setores, além da cultura, têm benefícios semelhantes? Questões como essas são abordadas pelo colunista no vídeo.

“O Wagner Moura reconhece que a lei envolve uma renúncia fiscal, uma perda para o governo federal, chegou a reclamar que são menos criticados os incentivos fiscais existentes para setores como a agropecuária e a indústria automotiva”, comenta Pedro Fernando Nery. “Isso é um avanço em relação à fala de outros artistas que não parecem reconhecer custo e oportunidade na Lei Rouanet.”

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    O colunista traz números de renúncia fiscal, para comparar os benefícios voltados à cultura com os destinados a outros segmentos e setores, em uma contribuição para esse debate que Wagner Moura e O Agente Secreto realimentam.