O Grupo Fictor, conglomerado fundado em 2007 com atuação em alimentos, serviços financeiros, energia e infraestrutura, pediu recuperação judicial para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest no Tribunal de Justiça de São Paulo.
A medida busca equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos financeiros de cerca de R$ 4 bilhões, permitindo renegociação de dívidas com credores para evitar a falência.
A crise foi atribuída à liquidação extrajudicial do Banco Master decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, que afetou a imagem do grupo e prejudicou a liquidez das empresas após a suspensão da proposta de aquisição do banco.
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O Grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master em novembro do ano passado, pediu neste domingo (1) uma recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest.
Segundo a companhia, a medida visa "equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam cerca de R$ 4 bilhões.
Uma recuperação judicial é um mecanismo judicial que permite a empresas em grave crise financeira renegociar dívidas com credores para evitar a falência, dando um prazo para que as dívidas sejam pagas.
O Grupo Fictor atribuiu a crise ao episódio em que o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18 de novembro de 2025. Um dia antes, a autoridade monetária suspendeu a proposta da companhia para comprar a instituição financeira.
Segundo o conglomerado empresarial, a operação afetou diretamente a imagem no mercado e que, anteriormente, não houve nenhum atraso nos pagamentos de nenhuma natureza.
O Grupo Fictor é um conglomerado de várias empresas fundado em 2007 com atuação diversificada nos setores de alimentos (proteína animal), serviços financeiros, energia e infraestrutura.