Cirúrgico! Esse foi o Corinthians que derrotou o Flamengo por 2 a 0 e conquistou a Supercopa do Brasil, neste domingo, em Brasília.
Ora, o Alvinegro ganhou mesmo diante de números inferiores. Finalizou apenas nove vezes contra 14 chutes do adversário. Teve 42% de índice de posse de bola. Mesmo assim, atuou melhor no que se propôs a fazer.
Dorival Júnior sabia que enfrentaria uma equipe mais técnica. O Rubro-Negro dominou os primeiros 15 minutos com seis chances criadas. Daí para frente, os paulistanos controlaram o cotejo.
Com força e raça, o time indicou que o gol era questão de tempo. E assim sucedeu. Um clássico. Matheuzinho cruzou da intermediária, Gustavo Henrique ganhou de Varela no alto e deu, de cabeça, o passe para Gabriel Paulista fuzilar a meta guarnecida por Rossi.
Piores em campo, os cariocas ainda voltariam para o segundo tempo com um atleta a menos. Carrascal agrediu Bidon. Fato. No entanto, Rafael Klein só expulsou o colombiano ao observar o VAR após o intervalo. Legalmente, correto. Estranho, porém.
Diante das adversidades, o Flamengo ainda pressionou o Corinthians na etapa final. Aos 13 minutos, Paquetá, o homem de 42 milhões de euros, entrou em campo no lugar de Pedro. Em um duelo de poucas oportunidades, o meio-campista perdeu um gol inacreditável aos 48.
Falha de um lado, acerto do outro. Yuri Alberto se aproveitou da desorganização defensiva do rival, deu um chapéu em Rossi e completou para o fundo da rede.
Nem sempre vai ser na técnica. Foi decisivo, o Corinthians. A Fiel agradece e comemora.
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