Maratonista olímpico brasileiro está desaparecido há mais de um mês
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Maratonista olímpico brasileiro está desaparecido há mais de um mês

Daniel Ferreira do Nascimento, recordista sul-americano da maratona, saiu de casa em junho e é procurado pela família

Por O Globo — Rio de Janeiro

28/07/2026 09h30 Atualizado 28/07/2026 09h30

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GERADO EM: 28/07/2026 - 09:30

Família busca Danielzinho, maratonista desaparecido em SP

O maratonista olímpico brasileiro Daniel Ferreira do Nascimento, conhecido como Danielzinho, está desaparecido desde 19 de junho. A família busca informações sobre seu paradeiro, destacando que ele saiu de casa em Paraguaçu Paulista apenas com uma mochila. Daniel, que enfrenta problemas psicológicos, é recordista sul-americano da maratona e foi afastado do esporte após testar positivo para doping em 2024. A Confederação Brasileira de Atletismo apoia as buscas.

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O maratonista Daniel Ferreira do Nascimento, conhecido como Danielzinho, está desaparecido há mais de um mês. A informação foi divulgada pela mãe do atleta, Valdirense de Paula Ferreira, que fez um apelo nas redes sociais em busca de informações sobre o paradeiro do filho.

Segundo a família, Daniel saiu de casa, em Paraguaçu Paulista, no interior de São Paulo, na noite de 19 de junho, por volta das 19h, carregando apenas uma mochila preta. Desde então, não foi mais visto.

"Alguém tem alguma informação do meu filho? Ele se chama Daniel Nascimento, mais conhecido pelo vulgo de Armero. Ele era atleta maratonista e apresenta problemas psicológicos",escreveu a mãe em uma publicação.

Na mensagem, Valdirense pediu que qualquer informação sobre o paradeiro do filho seja comunicada à família. Daniel completa 28 anos nesta terça-feira (28).

O fundista representou o Brasil na maratona dos Jogos Olímpicos de Tóquio, disputados em 2021, e é o atual detentor do recorde sul-americano da prova, estabelecido em 2022.

Sua carreira, porém, sofreu um duro revés após a Olimpíada. Em julho de 2024, Daniel testou positivo para três substâncias proibidas em exame antidoping, o que o tirou dos Jogos de Paris e resultou, posteriormente, em uma suspensão de cinco anos.

Em nota, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) informou que acompanha o caso e pediu apoio da comunidade esportiva na busca pelo atleta. A entidade também confirmou que a família registrou um boletim de ocorrência.

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