Não foi só o Brasil: veja a lista completa dos países afetados pelo novo tarifaço dos EUA, que começa hoje
Tarifas de 10 e 12,5% foram anunciadas ontem para 60 mercados
24/07/2026 00h00 Atualizado 24/07/2026 00h00
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GERADO EM: 23/07/2026 - 23:14
EUA Impõem Tarifas a 60 Países; Brasil Enfrenta Aumento de 12,5%
O governo dos EUA, sob Donald Trump, impôs novas tarifas de 10% e 12,5% sobre produtos de 60 países, incluindo o Brasil, que enfrenta um aumento significativo de 12,5%. A medida, que visa combater produtos oriundos de trabalho forçado, afeta grandes parceiros comerciais e tenta reforçar barreiras tarifárias. Países como China, Índia e México também foram impactados, ampliando a tensão comercial global.
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Uma semana depois de aplicar um tarifaço de 25% sobre uma série de produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, o governo de Donald Trump anunciou ontem que vai sobretaxar o Brasil em 12,5%. A justificativa dessa vez é uma suposta ausência de medidas para evitar a circulação de produtos oriundos de trabalhos forçados no país.
O Brasil, no entanto, não é o único a sofrer com essa taxa, embora passe a ser o país com o maior aumento percentual de tarifas durante segundo mandato de Trump. No total, 60 países foram alvos desta investigação. A medida passa a valer a partir de hoje.
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O governo americano anunciou ontem tarifas de importação entre 10% e 12,5% sobre produtos da maioria de seus principais parceiros comerciais, no maior movimento até agora para reconstruir a barreira tarifária do presidente Donald Trump, abalada por uma decisão da Suprema Corte.
Confira a seguir, a lista completa de tarifas anunciadas em 23 de julho, segundo o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).
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Tarifa de 10%
- Argentina
- Bangladesh
- Camboja
- Canadá
- Equador
- El Salvador
- União Europeia*
- Guatemala
- Honduras
- Índia
- Indonésia
- Jordânia
- Malásia
- México
- Paquistão
- Sri Lanka
- Taiwan*
- Trinidad e Tobago
- Reino Unido
Tarifa de 12,5%
- Argélia
- Angola
- Austrália
- Bahrein
- Brasil
- Chile
- China
- Colômbia
- Costa Rica
- República Dominicana
- Egito
- Guiana
- Hong Kong
- Iraque
- Israel
- Japão*
- Cazaquistão
- Kuwait
- Líbia
- Marrocos
- Nova Zelândia
- Nicarágua
- Nigéria
- Noruega
- Omã
- Peru
- Filipinas
- Catar
- Rússia
- Coreia do Sul*
- Arábia Saudita
- Singapura
- África do Sul
- Suíça*
- Tailândia
- Bahamas
- Turquia
- Emirados Árabes Unidos
- Uruguai
- Venezuela
- Vietnã
* Nos casos de adoção da alíquota líquida da tarifa de nação mais favorecida (NMF) permite que o percentual anunciado desconte a tarifa-padrão que os Estados Unidos normalmente cobram daquele país. Por exemplo: se um produto já pagava 3% de tarifa NMF e a alíquota líquida anunciada fosse de 10%, a sobretaxa adicional seria, em princípio, de 7%, levando a tarifa total a 10%. Para os outros países, a tarifa anunciada se sobrepõe a outras.